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segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Caso Instituto Royal - São Roque - SP

Por: Marcele BarrocasFonte: INTERNET

Testes em animais,  uma fraude científica. 


O que é Vivissecção?

É o uso de animais para estudo de doenças, na prática experimental e didática, havendo violações corparais de todos os tipos.


Algumas práticas mais usuais em laboratórios de experimentação animal:

- Draize Eye Irritancy Test -  Teste feito nos olhos dos coelhos conscientes, sem uso de anestésico, impedindo-os que pisquem (para isso GRAMPEIAM, as pálpebras). Produtos: shampoos , pesticidas, produtos de limpeza, etc. 

Obs: lembram do shampoo da J&J para crianças que NÃO arde os olhos? ahã...esse mesmo!

- LD 50, Dose letal em 50% - Administram nos animais uma dose de alguns produtos que podem ser pesticidas, cosméticos, até produtos de limpeza para "constatar" a letalidade, ou seja, matar 50% de um grande número ("quanto maior melhor") de animais. Cabe lembrar que os que não morrem com as doses elevadasacaba sendo sacrificado depois por estar com a saúde severamente comprometida;

- Teste de toxidade alcoólica e tabaco: Os animais são OBRIGADOS a inalar fumaça e se embriagar, para serem dissecados depois. Ironicamente os testes em animais são considerados responsáveis por atrasos na descoberta do vínculo entre o câncer e o consumo de tabaco; 

- Experimentos na área de psicologia - Estudos comportamental que consistem na manutenção do ambiente do animal, como, por exemplo, na privação materna e social, ou seja, impede a convivência do animal com a mãe e outros animais para a observação do medo. Usam também um "estímulo" por choques elétricos para aprendizagem e o stress causado por afastar os filhotes de sua mãe. Muitas vezes o comportamento psicológico é tão distinto entre espécies, mesmo muito próximas biologicamente, que é absolutamente questionável a forma que os resultados são extendidos para a espécie humana;

- Experimentos armamentistas - os animais são expostos as radiações de armas químicas e biológicas, e também a descargas de armas tradicionais (Como testes de stopping power, em que animais são atingidos por munições diversas a fim de se verificar a capacidade de os "parar", ou seja, matar).

- Pesquisas dentárias - Os animais tem uma dieta exagerada em açúcares para adquirirem cáries e o descolamento de gengivas, e depois a arcada dentária removida. Obs: Escolham uma pasta de dente que não teste em animais !

- Dissecação - é a prática de abrir um animal ainda vivo para o "estudar" em universidades e centro de estudos

- Práticas médico cirúrigicas - cirurgias nas faculdades de MEDICINA.



Toda essa crueldade para mostrar os danos futuros causados pelos produtos ou práticas, usando os animais como cobaias. Mas, a eficácia dos testes é inexistente e nunca apresenta resultados satisfatórios. Os maus tratos poderão ser comprovados com prova pericial, efetuada por veterinários, fotos e filmes, de como ficam o estado desses animais após os testes.

No Brasil a vivissecção é regulamentada pela lei federal 6.638/79, que estabelece normas, entre elas, NÃO SERÁ PERMITIDA SEM O EMPREGO DE ANESTESIA. Mas, não é porque existe lei federal que regulamenta, que seja justo os testes em animais. Uma coisa não tem nada a ver com a outra!



Vamos pensar um pouquinho !  


-- As pequisas são baseadas quase toda em experimentação animal, e diretamente responsável pelo aumento de diversas doenças, entre elas o câncer, doenças do coração, AIDS, etc. Sendo assim, é possível "re-criar" uma doença que adquirimos de forma natural, em um animal? 

Uma doença "re-criada" não é a doença original. É possível recriar os sintomas de uma doença, mas nunca a doença em si. Alguns cientistas tentam até hoje, infectar um animal com uma doença humana, a AIDS, mas um animal não pode ter doenças humanas, pois cada espécie é morfologicamente, fisicamente e bioquimicamente diferente. 


-- De que adianta um estudo em animais doentes de forma ARTIFICIAL, se a informação NÃO é aplicável aos seres humanos? 
Não adianta. Pois a medicina humana não pode estar baseada na medicina veterinária, pois os animais reagem diferente as drogas, vacinas, entre outros, não apenas dos seres humanos, mas entre eles mesmos.


Logo, os testes em animais é uma FRAUDE CIENTÍFICA, pois essas doenças causam a destruição humana.



 *** Momento história - Erro clássico!

Laboratórios Alemães e Britânicos, após anos de intensas pesquisas e testes em animais, lançaram no mercado a Talidomida, com a afirmação bem clara que poderia ser utilizado sem qualquer risco às mulheres grávidas. O medicamento foi indicado para gestantes contra náuseas e tonturas. Foi o primeiro e maior desastre farmacêutico da história, resultou em diversas deformações gravíssimas em milhares de crianças, enquanto nos animais, nada apresentou.
A DES, outro medicamento que causa má formação, câncer e morte quando usada em humanos, mas foram defendidas por pesquisadores após testarem massivamente em animais.


E porque a experimentação animal continua?

Continua porque é uma indústria milionária que agrega empresas de ração, gaiolas, equipamentos, criadores de animais e até imprensa especializada. Podemos também dizer que a falta de informação da população sobre as crueldades que ocorrem um experimentos laboratorias ou são manipuladas para acreditarem que os testes com animais são necessários para o avanço da ciência.

Quem ainda tem dúvida sobre experimentação animal, normalmente acha que é uma questão de escolha entre HOMENS X ANIMAIS. Aí que está o erro, pois para ciência qualquer ser vivo é um modelo experimental, e tenha certeza, a sociedade, nós seres humanos somos cobaias também. Sabem porque? TODAS catástrofes famacológicas foram testadas em animais antes de entrarem para o mercado. Erros médicos gravíssimos e irreversíveis, muitas drogas perigosas à saúde humana são encontradas nos rótulos dos medicamentos. 


E porque dizemos que a vivissecção é uma fraude médica e científica?

Por ser uma PESQUISA EXPERIMENTAL, é óbvio que ninguém pode criar uma doença espontânea em um corpo sadio, apenas alguns de seus sintomas, cuja a informação obtida passa a não ser válida, por não oferecer segurança. Não se pode realizar a pesquisa experimental em seres humanos, então podemos concluir que não se pode reproduzir uma doença espontânea humana em um animal, pois estes não desenvolvem doenças humanas.
Como diz o Prof. Pietro Croce MD, do Instituto de Milão, autor de livros médicos e artigos científicos, os vivissectores e seus defensores constumam usar o argumento: " Preferem experimentar em crianças do que em animais?". Mas a verdade é uma só, a vivissecção oferece uma informação enganosa e a verdadeira escolha não está entre homens e animais, mas sim, entre uma boa ou má ciência.
Os cientistas enganadores ainda preferem que o público relacione a experimentação animal com progresso médico-científico.



Métodos alternativos a Vivissecção:


1 - Pesquisa Clínica e Epidemiológica - Utiliza voluntários humanos, em uma pesquisa clínica, estudo de casos, autópsia e análise estatística com observação clínica da doença;

2 - Cultura celular e tissular - São células isoladas de humanos e tecido animal (para medicina veterinária). São extremamente eficientes para testar a toxidade e teste de irritação. A cultura orgânica pode ser usada na área de bioquímica, pesquisa de câncer, genética, imunologia, farmacologia, radiação, toxologia e pesquisas de vírus.

3 - Técnicas de Imagens Não Invasivas:

x CAT - Através de um raio x as imagens do corpo humano são construídas por computadores;
x MRI (Magnetic Resonance Imaging) - visualiza imagens do interior do corpo humano, sem injeção de substâncias radioativas
x PET (Positron Emission Tomograph) e SPECT (Single Photon Emission Computerized Tomograph) - para estudar doenças cérebrovasculares e distúrbios psiquiátricos.

4 - Teste AMES - É um teste in-vitro que checa substâncias cancerígenas usando a bactéria salmonella, responsável pelo câncer nos humanos. A duração do teste é de 2 ou 3 dias, sendo o custo bem menor e preciso que o modelo animal.

5 - Placenta - A placenta humana que é descartada na hora do nascimento, pode ser usada na prática de cirurgia microvascular e no teste de toxidade de químicas, drogas e poluentes. Não tem custo e é 100 % humano.

6 - Simulações computacionais - Técnicas computacionais utilizadas para simular sistemas biológicos, desde reações em nível atômico/molecular até funcionamento de organismos e populações.

7 - Eyetex - Substituição ao Draize Eye Irritancy Test, que é feito nos olhos dos coelhos. Uma proteína que imita a reação do olho humano.

8 - Autopsias e Estudos post-mortem - Estudo após morte de tecidos e órgãos humanos para determinar a causa e condições patológicas. obs: responsável pela descoberta de muitas doenças!

9 - Estudos Microbiológicos - Bactérias que são utilizadas para visualização de um grande número de toxinas, por se reproduzirem rapidamente.

10 - Audio - visual - Treinamento de médicos e veterinários e também no ensino médico em substituição a dissecação.

11 - ADM (Agarose Diffusion Method) - Determina a toxidade de plásticos e outros materiais sintéticos usados na medicina.

12 - Corrositex - Teste in vitro, em uma barreira de pele artificial feita de colágeno, para avaliar o potencial de corrosividade dérmica de químicas diversas.

13 - Kits Diversos - São técnicas de sutura e laparoscopia, treinamento cirúrgico e dissecação (com modelos anatômicos).



sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Empresa recebe incentivo financeiro de Bill Gates para criação de Ovo Vegetal


A empresa Hampton Creek, sediada em São Francisco (EUA), desenvolveu um substituto aos ovos de galinhas. Um produto produzido a partir de feijão e óleos vegetais, é comercializado em pó. 


De acordo com a empresa, a intenção é livrar bilhões de galinhas que são confinadas em pequenas gaiolas, e quando já não cumprem a meta de produção, são mortas.

Esses animais sofrem com stress, tem seus bicos cortados e mantidos em gaiolas no tamanho de uma folha de papel A4, onde mal conseguem se mexer e levantar as asas.

Beyond Eggs (Além dos Ovos), produto vegano, 100% vegetal e livre de crueldade, é uma alternativa mais saudável e consciente do que o ovo de galinha. Não contém colesterol, livre de contaminação e ainda 20% mais barato.



Assistam ao vídeo sobre produção de ovos e leite:







Você sabe como é feito o Foies Gras?

Aprovado Projeto de Lei que proíbe Foie Gras na cidade de São Paulo.

Retirado do site: VISTA-SE


Se transformado em Lei, o projeto pode significar um divisor de águas no comércio de couro no país.
O Projeto de Lei 537/2013, do vereador Laércio Benko, está dando o que falar na Câmara Municipal de São Paulo e tem atraído a atenção da mídia. O projeto, que foi aprovado na última quinta-feira (3), “proíbe a produção e a comercialização de foie gras (patê de fígado gordo de ganso, iguaria típica da culinária francesa) e artigos de vestuário feitos com pele animal no âmbito da cidade de São Paulo.” 

O projeto é audacioso e é uma surpresa que tenha sido aprovado em plenário por unanimidade. Além de proibir ofoie gras, o que já seria um marco positivo para o município de São Paulo, o projeto pode acabar com a produção e o comércio de todo e qualquer tipo de produto de vestuário feito com peles de animais. Como não estão especificados no texto da proposta quais são estes produtos ou quais peles deverão ser proibidas nas confecções, poderá ser o fim da venda de sapatos ou jaquetas de couro na maior cidade do país. Isso mudaria o rumo do comércio deste tipo de pele, infelizmente tão popular no Brasil.
Em entrevista à Folha de S. Paulo pouco depois de ter seu projeto aprovado, Benko declarou que não é vegetariano e não pensa em ser, mas acredita que a futilidade do comércio de foie gras é tamanha que 99,9% da população está pronta para ficar sem a iguaria. Ele enfatizou também que o sofrimento dos patos e gansos criados para a produção de foie gras foi o que o motivou a propor a proibição.


Assista ao vídeo:





Parei de comer carne ! E agora ?


"O problema não é tirar a carne, e sim, o que nós colocamos no lugar", diz o médico e nutrólogo, Dr. Eric Slywitch ao programa Bem Estar, da Rede Globo.


Assista a reportagem: Programa Bem Estar


Verdades sobre o leite 


Ao longo dos últimos 40 anos, a indústria de laticínios gastou bilhões de dólares em campanhas publicitárias criadas para hipnotizar e seduzir as pessoas à consumirem seus produtos.
Toda essa publicidade “colorida” é divulgada em hospitais, consultórios, escolas, asilos, jornais e revistas como se fosse uma verdade absoluta, com informações que levam as pessoas erroneamente a pensarem que sem leite elas ficarão doentes. Quem é que nunca ouviu uma pessoa (principalmente de mais idade) dizendo: você precisa tomar leite para ter ossos fortes. Isso é um engano, pois podemos conseguir quantidades altas de cálcio em diversos alimentos que não são de origem animal como gergelim, verduras verde-escuras, algas, feijão preto, tofu entre muitos outros.
Agora vamos aos fatos sobre o leite, que poucas pessoas ouviram por aí:
De acordo com John Pierre, uma vaca produz leite para amamentar o seu filhote por cerca de até um ano depois do nascimento. Esta secreção que contém mais de 60 hormônios e fatores de crescimento, é projetado para leva-lo de 29 kg quando nasce à 317 kg em menos de um ano – uma verdadeira façanha.
Durante a gravidez, o nível de estrogênio vai às alturas (ele chega a ser 30 vezes maior do que quando ela não está carregando um bezerro). Isso significa, que as grandes indústrias da carne e do leite, para aumentarem seus lucros, elevam os níveis hormonais das coitadas das vaquinhas, resultando em um alto teor de gordura no leite, que agrava ainda mais o aumento dos níveis de estrogênio em humanos. Os altos níveis de estrogênio, estão associados entre muitas doenças, ao câncer.
Quando as crianças tomam uma enorme quantidade de leite (na inocência dos pais em pensar que aquilo será maravilhoso para os ossos), eles estão sendo inundados por estrogênio, levando a uma epidemia de puberdade precoce. Fora isso, junto com este estrogênio, vem uma quantidade enorme de antibióticos em cada copo de leite, ai você me pergunta: Como assim, antibióticos? Como as pobres vacas são forçadas a produzirem milhares de litros de leite, as tetas ficam tão pesadas que começam a se arrastar pelo chão, que consequentemente se arrastam por pilhas de estrume, provocando assim infecções (mastite) e por isto, os antibióticos são administrados.
Outra fator muito perigoso é o de crescimento, semelhante à insulina 1 (IGF-1). Quando os seres humanos consomem este hormônio, os níveis de IGF-1 no corpo, também aumentam. Infelizmente, se as células de câncer de mama ou de próstata estão expostos ao IGF-1, elas se proliferam como ervas daninhas, que acabam levando a doença a um ritmo alarmante . Curiosamente, esta informação importantíssima nunca é incluída na embalagem de produtos lácteos.
Pediatras como o Dr. Benjamin Spock (que também é um autor influente e best-seller de livros para os pais) e o Dr. Jay Gordon têm sido fortes defensores de uma dieta livre de produtos lácteos para crianças. O Comitê de Médicos para uma Medicina Responsável (uma organização sem fins lucrativos), cujos membros incluem 150.000 profissionais de saúde, sempre foramcontrários ao consumo de leite de vaca .
Infelizmente, as escolas de medicina muitas vezes são influenciados pela indústria do agronegócio, onde ela continua também a influenciar consultórios de pediatras com campanhas de marketing projetado para empurrar sua ideologia altamente manipuladora, por isso não é surpreendente que muitos pediatras bem-intencionados estão mal informados sobre os perigos dos produtos lácteos.
Felizmente, muitos pais estão acordando para a verdade sobre estes produtos e buscando alternativas mais saudáveis. Leite de arroz, amêndoas, cânhamo e de coco são boas opções para muitas crianças e adultos. Estes podem ser facilmente utilizados com cereais integrais, aveia, e sopas cremosas. Um ótimo método de ganhar nutrientes tanto para adultos, quanto para crianças, é a utilização de leite de arroz em smoothies, acrescentando frutas, couve, espinafre e outras folhas verdes, criando uma bebida maravilhosa e nutritiva. As folhas verdes são melhores fontes de minerais do que os produtos lácteos. Muitos verdes não contêm apenas quantidades generosas de cálcio, mas outros nutrientes essenciais para a construção da saúde óssea, como magnésio e a vitamina C. Ser fisicamente ativo também é importante para a construção de ossos, e é mais um motivo para tirar as crianças do sofá.
Deve-se pensar muito sobre a real necessidade do seu filho em ingerir laticínios agora que sabe-se tudo isso. Aconselho a procurar um pediatra e/ou nutricionista que possa instruir melhor sobre a substituição do leite.
Cuidar para que as crianças evitem os produtos lácteos é uma das coisas mais amorosas, carinhosas e responsáveis que um pai pode fazer por seus filhos, por eles mesmos, e para a construção de um mundo mais saudável.


" Palavra dos mestres da pesquisa

          Segundo afirmou na época, o Dr. Albert Sabin, pesquisas em animais prejudicaram o desenvolvimento da vacina contra a pólio. A primeira vacina contra a doença teve bons resultados em animais, mas acabou provocando a morte de pessoas que receberam a aplicação. Sabin reconheceu que o fato de haver realizado pesquisas em macacos Rhesus atrasou em mais de 10 anos a descoberta da vacina.

“Cientistas renomados e que deixaram contribuições importantes para a Ciência declararam profundo arrependimento em ter usado macacos Rhesus e chimpanzés em testes”, afirma Silvana. O Dr. Christian Barnard, médico que fez o primeiro transplante de coração em humanos, disse: “Comprei dois chimpanzés machos que viveram em jaulas separadas, uma perto da outra, por muitos meses, até que usei um deles como doador de coração. Quando nós o sacrificamos, em sua jaula, em preparação para a cirurgia, ele gritava e chorava incessantemente. Não achamos o fato significante, mas isso deve ter causado grande trauma no seu companheiro, pois, quando removemos o corpo para a sala de operação, o outro chimpanzé chorava copiosamente e ficou inconsolável por dias. Esse incidente me tocou profundamente. Jurei nunca mais fazer experimentos em criaturas tão sensíveis”.

Leiam a matéria no site da ANDA:

http://www.anda.jor.br/10/10/2013/avancos-tecnologicos-conduzem-para-abolicao-da-experimentacao-animal